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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Chapadinha Integra Projeto que Pretende Reduzir Mortalidade Infantil

Em reunião realizada nesta sexta-feira (24), no Salão de Atos do Palácio dos Leões, a secretária Adjunta de Ações Básicas em Saúde e coordenadora do projeto Cuidando do Futuro, Cristina Loyola,  apresentou metas de custo zero que possibilitam a redução da mortalidade infantil no Maranhão. Estavam presentes representantes dos 17 municípios em que o projeto está sendo executado, secretários municipais da saúde e representantes da Vigilância Sanitária. O objetivo do projeto é reduzir em 10% a mortalidade infantil no estado.

No Maranhão, 70% dos casos de mortalidade infantil ocorrem até 27º dia de vida do bebê. Para Cristina Loyola a garantia de uma gestação segura para mãe e para o bebê inclui consultas, vacinas e exames que devem ser feitos no pré natal. Também deve ser considerada a questão social que envolve saúde, educação e renda. Está em meta o trabalho pedagógico que inclui o código de ética médica, a necessidade de um comitê de verificação de óbitos e a execução da Lei nº 11.108, de sete de abril de 2005, do subsistema de acompanhamento durante o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.

Entre as propostas de custo zero está o acolhimento, a garantia do acompanhante, a metodologia canguru (que promove a proximidade da mãe com o recém nascido), o aleitamento materno exclusivo e o registro de referência  e contra referência.

Dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES) revelam que 658 bebês devem morrer antes de completar 28 dias em 2010 em 17 municípios maranhenses. Para reverter esse quadro, o projeto Cuidando do Futuro, do Governo do Estado, desenvolverá ações objetivando diminuir, no mínimo, em 10% a mortalidade infantil até dezembro deste ano.

O projeto que começou em dezembro de 2009, trabalha em 38 municípios do Maranhão considerado críticos, entre eles estão os municípios de Açailândia, Balsas, Bacabal, Santa Luzia, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Itapecuru-Mirim, Timon, Codó, Barra do Corda, Vargem Grande, Buriti, Chapadinha, Coelho Neto, Santa Inês, Coroatá e Presidente Dutra. Todos recebem recursos do Governo do Estado para diminuir a mortalidade infantil. O critério de seleção levou em conta o total de óbitos em números absolutos em cada um deles. Cada município recebe, em média, R$ 400 mil para desenvolver ações sociais e de saúde que visam diminuir a mortalidade.

Fontes: 

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