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quinta-feira, 14 de maio de 2009

UFMA realiza dia de campo

Na próxima sexta-feira, dia 15, o Campus IV da Universidade Federal do Maranhão (UFMA/Chapadinha), irá realizar um dia de campo do grupo Forgicultura e Moagens do Maranhão do curso de Zootécnia.

A programação terá entre outras atividades a apresentação de palestras e trabalhos desempenhados pela entidade de ensino. Técnicas de produção e manejo de alimentos para bovinos e ruminantes, entre outros temas.
A coordenadora do evento, Profª. Rosane Rodrigues (foto), enfatizou que essa iniciativa será de suma importância para a sociedade, além de também ajudar a melhor divulgar os trabalhos desenvolvidos pela universidade em Chapadinha e região do Baixo Parnaíba.
O curso é gratuito e todos os participantes receberão certificados.

PARALIZAÇÃO GERAL!

Fotos: Acima, frente do SindChap; abaixo, momentos da caminhada da classe no último dia 1° de Maio.

A Assembléia Geral do último dia 11 de maio definiu por uma paralização de advertência ao Poder
Público Municipal nesta sexta feira, dia 15 de maio.

Os(as) funcionários(as) públicos(as) em paralização direcionar-se-ão para a frente da Prefeitura durante o dia todo. Às 17:00 horas haverá uma Assembléia Geral na sede do SINDCHAP para deliberar sobre a continuidade, ou não, da paralização na semana seguinte.O que o SINDCHAP e os(as) funcionários(as) públicos(as) municipais esperam é ter uma sinalização positiva da prefeita, Danúbia Carneiro, acerca do cumprimento do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração, além do pagamento do Piso salarial dos(as) professores(as).

O ponto de encontro será na sede do SINDCHAP às 7:30 horas da manhã e, na Prefeitura, às 8:30 horas.
Existe um clima de mobilização geral dos(as) funcionários(as) públicos no sentido do comparecimento. Esperamos que os bons ares de democracia e compromisso com o funcionalismo público municipal realmente seja uma continuidade da gestão anterior, conforme fora apregoado pela atual gestão.

Menor rouba moto na porta de bar

LocalNotícias
No último final de semana mais um menor foi pego pela polícia praticando assalto. No sábado o adolescente C.L.L.A, 17 anos, acompanhado de mais duas pessoas conhecidas como Negão e Bernadinho furtaram uma moto Pop 100 no bar Clemilton Bar.
O menor foi conduzido até a delegacia, onde prestou esclarecimentos e em seguida foi liberado. A moto roubada encontra-se na DP, ela pertence a Jean Abreu Souza.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

"É Proibido Pescar"

Na foto, a avenida Ataliba Vieira de Almeida, uma das principais linhas de acesso à Chapadinha.

O poeta e escritor chapadinhense, Herbert Lago Castelo Branco, mesmo residindo na Capital Federal, está sempre antenado nas últimas notícias de nossa "Princesa do Baixo Parnaíba!?" Tanto que criou um blog para divulgar (também!) as novidades da "Chapada".
Acesse o blog www.herbertlago.blogspot.com/ e confira na íntegra a matéria que leva o título acima.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Fórum em Defesa do Baixo Parnaíba Maranhense denuncia situação de conflito entre Grupo Suzano Papel & Celulose e Comunidades Rurais em Santa Quitéria

O FÓRUM EM DEFESA DO BAIXO PARNAÍBA MARANHENSE denuncia a situação de conflito instalado no município de Santa Quitéria/MA, na localidade conhecida como Pólo Coceira.
A situação fundiária apresentada a seguir não é peculiar apenas ao município de Santa Quitéria, atingindo assim, toda a região do Baixo Parnaíba Maranhense. Esta região vem sofrendo um grave e acelerado processo de avanço do agronegócio (soja, eucalipto e cana-de-açúcar), origem de vários conflitos que eclodem na região.
Na situação em tela, a Comercial Agrícola Paineiras (empresa pertencente ao Grupo Suzano Papel & Celulose) se diz proprietária de mais de 84 mil hectares de terras no município, onde grande parte das mesmas localizam-se no Pólo Coceira (que abrange as comunidades de Coceira, Baixão da Coceira), onde residem, aproximadamente, 300 famílias, e segundo informações do Centro de Defesa e Promoção dos Diretos da Cidadania de Santa Quitéria, 95% dessas famílias não possuem o título de propriedade. Apesar desse dado, todas essas famílias residem e lavram a terra e colhem as frutas do cerrado há várias décadas, sendo legítimas possuidoras do imóvel. Importante ressaltar que já existem procedimentos administrativos no ITERMA a fim de que a área seja arrecadada e repassada às comunidades e Parecer do IBAMA relatando do grande impacto ambiental que este empreendimento gerará.
A Comercial Agrícola Paineiras arrendou essas terras para a empresa Margusa (empresa adquirida pela Gerdau), e, segundo informações, está retomando um projeto de plantio de eucalipto para a produção de carvão vegetal, licenciado anteriormente à esta última. Depois da realização de audiências públicas com participação da sociedade civil e verificada a ocorrência de irregularidades no projeto, a Margusa desistiu do projeto e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente não informou o resultado dessa autorização. Agora, a Paineiras quer retomar o empreendimento utilizando-se dessa autorização.
A Comercial Agrícola Paineiras teria obtido essas terras de forma ilícita, bem como através da grilagem nos cartórios da região. Essa informação é corroborada pelo fato da existência de um processo judicial na comarca de Santa Quitéria (nº 174/2006), no qual 06 pessoas das comunidades aqui mencionadas foram vítimas de falsificação de assinaturas, e que, através delas, supostamente teriam vendido suas terras para a Paineiras. É assim, uma das provas mais contundentes do processo de grilagem de terras por parte da Paineiras (Grupo Suzano).
No dia 04 do corrente, a empresa iniciou os trabalhos de limpeza e derrubada da vegetação nativa através de uma terceirizada. Ao tomarem ciência, cerca de 250 trabalhadores e trabalhadoras ocuparam os limites da área das comunidades de Coceira e Baixão da Coceira I e as terras da Paineiras, impedindo que o maquinário continuasse com os trabalhos. No legítimo processo de resistência, estão sendo apoiadas pelas comunidades de São José, Santa Maria e Lagoa das Caraíbas. Até o presente momento, os trabalhadores e trabalhadoras ainda encontram-se acampados com o intuito de impedir o desmatamento da área, garantindo assim a manutenção da vegetação nativa.
Além dessas comunidades, outras três (Mundé, Taboca e Baixão da Coceira II), situadas nas proximidades, já se encontram sem terra necessária ao plantio e ao extrativismo vegetal e animal, prejudicando cerca de 100 famílias.
Como se percebe nas fotos já vinculadas no site www.forumcarajas.org.br no início dos trabalhos de desmatamento realizados pela Paineiras, foram derrubadas várias espécies vegetais protegidas pela legislação ambiental, dentre elas o piquizeiro e o bacurizeiro.
O desmatamento de áreas que as comunidades são legítimas possuidoras já se iniciou e os trabalhadores e trabalhadoras, no exercício legítimo do direito de resistência, se colocam à frente das máquinas, erguendo verdadeiras barricadas humanas, no desejo de que o ecossistema local e meio de subsistência dessas 500 famílias não sejam colocados abaixo para plantio de eucalipto.
Assim, o Fórum de Defesa do Baixo Parnaíba Maranhense vem relatar a situação de conflito que já se instaurou na região, onde a vida de trabalhadores e trabalhadoras corre sério risco, e requer deste órgão que sejam tomadas, urgentemente, as medidas necessárias a fim de que cesse o desmatamento na área até que a situação fundiária dessas comunidades esteja resolvida.
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Texto e fotos: Coordenação do Fórum de Defesa do Baixo Parnaíba Maranhense
http://www.forumcarajas.org.br/

Suzano concentra terras no Baixo Parnaíba‏

Nada mais exemplar, no que se refere a concentração de terras e estrangulamento de comunidades em pouca extensão de terra, do que o caso da Suzano no Baixo Parnaíba. Antes a chamavam Paineiras, mas de 2008 para 2009 ela passou a se chamar Suzano. É a mesma empresa, tentando driblar possíveis comparações entre uma e outra ou entre o passado e o presente. Assim que a Paineiras ou a Suzano aportaram no Maranhão com incentivos fiscais e tudo mais ratificaram o propósito de plantar eucalipto para a produção de celulose. Que se saiba, o projeto gorou. Parte das plantações de eucalipto vão para as carvoarias e cerâmicas e o restante vai para São Paulo. Quanto de impostos se perde nesse esquema?
Boa mesmo a Paineiras ou a Suzano é em segurar terra, impedindo que a agricultura familiar trabalhe nela. No municipio de Brejo, Baixo Parnaíba maranhense, ela possuia sem apresentar documentação dez mil hectares de Chapada. Três sojicultores entraram na área e tomaram de conta de boa parte dela. A empresa fez alguma coisa? Fez nada. Se fosse um agricultor ou uma comunidade reivindicando terra aí seria diferente.
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por: Mayron Régis, jornalista Fórum Carajás pelo programa Territórios Livres do Baixo Parnaíba

(*) Carta Aberta à Paróquia de S. Francisco - Mata Roma/MA

Caros(as) Amigos(as) Paroquianos(as)!
Venho hoje a esta Paróquia de Mata Roma com a mesma amizade e espírito apostólico que aqui, tantas vezes, cheguei. Não venho para me despedir, mas apenas para lembrar que a vida vai continuar e a paróquia vai progredir com outros missionários que não nós. O Instituto dos Missionários da Boa Nova, atendendo ao apelo da comunidade que reside em Chapadinha, decidiu entregar á diocese esta Paróquia de S. Francisco de Mata Roma. Fazemo-lo porque estamos conscientes que o trabalho aumentou, nossas forças diminuíram e a paróquia precisa da constante presença sacerdotal que, todos os dias, congregue à volta da Eucaristia a comunidade cristã. Quando os Missionários da Boa Nova tomaram conta deste trabalho pastoral pela impossibilidade do então Pároco, Pe. José Costa, pensávamos que fosse por pouco tempo. Mas o tempo foi passando e já lá vão vinte e dois anos.

Foi-nos dado nesse tempo o encargo pastoral de cinco Paróquias: S. Benedito do Rio Preto, Urbano Santos, Anapurús e Mata Roma, além de Chapadinha onde já estávamos desde 1978. Mata Roma é a última a ser deixada do que nos foi pedido, nessa ocasião, assistir temporariamente. Chapadinha aumentou assustadoramente e tem até que ser dividida em três ou quatro Paróquias. Foi gostoso conhecer e trabalhar em Mata Roma. Da nossa parte, acho que não nos poupamos a esforços, para vir aqui celebrar, coordenar trabalhos e visitar as comunidades. Lembramos quanto esforço se precisou para construir este templo e o Centro Paroquial. Mas achamos também que mais deve ser feito para aumentar as comunidades, dinamizar os movimentos, fortalecer os grupos e convocar a população, coração a coração, para Cristo. Outros motivos não nos movem, nem que alguns que nunca aceitaram nossa imparcial liberdade os queiram inventar. Entregamos a coordenação da Paróquia, mas não esqueceremos nossa amizade.
Ficaremos aqui, bem perto, em Chapadinha. Somos missionários e devemos não nos prender a lugares ou situações. Nosso dever é servir até não sermos mais precisos. Como Missionários da Boa Nova queremos deixar uma palavra muito sincera às Missionárias da Boa Nova que aqui trabalham há vinte e dois anos. Companheiras de trabalho, dedicadas apóstolas das comunidades, abnegadas e humildes em todos os serviços da paróquia, disponíveis a tempo pleno, pobres que nunca aceitaram um vencimento para poder comer e viver melhor... também têm que recuar e se concentrar noutra área. Contentaram-se com as pequenas ajudas que lhes eram oferecidas. A elas se deve o desenvolvimento desta comunidade de Mata Roma nos últimos anos. A elas agradecemos toda a dedicação apostólica e amizade sincera. Ao Pe. Pedro que nos últimos anos foi o Pároco de vocês não lhe digo palavras de verdadeiro e merecido elogio, porque o conheço e vamos continuar juntos. Mas confesso aos católicos de Mata Roma que foi um amigo sacerdote muito competente e dedicado que vocês aqui tiveram.

Queria lembrar que, durante nosso encargo pastoral, a paróquia não sofreu retrocessos nem interregnos das exigências para receber os sacramentos. Apesar de todas as dificuldades mantivemos as orientações pastorais, desde que foram traçadas numa assembléia diocesana. Nunca consentimos voltar atrás. Não se admirem se outros o fizerem. Na mesma família, por vezes, há muita dificuldade para haver comunhão entre todos os membros. Se Deus quiser, em Junho, em dia ainda a marcar, as duas comunidades dos Missionários e das Missionárias da Boa Nova deixarão o encargo pastoral de Mata Roma. Muito gostaríamos de ter realizado, nomeadamente, a construção de algumas capelas nas vizinhanças da cidade, tendo sido doados e comprados dois terrenos para o efeito, mas o dinheiro que a paróquia tem andado a arrecadar para esse fim ficará à disposição da nova equipa sacerdotal. Agradecemos a todos, neste ano que celebramos 36 anos de fundação da Paróquia (09-04-1973), 22 da presença, dos Missionários e das Missionárias da Boa Nova, 20 da Pastoral da Criança, 13 do Grupo de Acólitos, 10 da Renovação Carismática, 6 do Dízimo, a amizade autêntica e a união que sempre reinou entre nós. A todos(as) Paz e Bem, sob a Bênção e Proteção de Nosso Padroeiro São Francisco!

Paróquia de S. Francisco, Mata Roma, 10 de Maio de 2009.
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(*) FONTE: in Vida Nova - Boletim Formativo e Informativo das Paróquias de Chapadinha e Mata Roma // DIRETOR – Manuel Neves // DIRETOR-Adjunto – Pedro José; N°18 - 10/05/2009, pp.2-3.
PARA LER MAIS:
http://pedroc72.spaces.live.com/

Rio Parnaíba desabriga famílias em Santa Quitéria.

Texto e Foto: Luis Carlos Júnior
blog TvMirante
Santa Quitéria - As águas do Rio Parnaíba continuam subindo e causando estragos em Santa Quitéria do Maranhão que decretou estado de emergência. De acordo com o prefeito Manim Leal cerca de mil e quinhentas famílias estão desabrigadas. Na Santa Quitéria antiga, onde antes era localizada a sede do município, duzentas famílias tiveram que ser retiradas às pressas de suas casas por causa do aumento do nível do rio Parnaíba.
Vimos de perto a situação dos moradores da Santa Quitéria antiga, que fica a 4 quilômetros da atual sede do município, as fotos mostram o sofrimento dos ribeirinhos: casas completamente cobertas pela água, animais ilhados e famílias que insistem em permanecer no local. A canoa é o principal meio de transporte. A Igreja Nossa Senhora dos Aflitos (foto) ficou ilhada. Uma escola municipal que não foi invadida pelas águas do rio Parnaíba, hoje, serve de abrigo.
O prefeito Manim Leal esteve com a governadora Roseana Sarney e com o presidente Luis Inácio Lula da Silva na semana passada em São Luis e pediu apoio.
A prefeitura recebeu da defesa civil, colchões, lençóis, materiais de limpeza, toalhas e travesseiros que foram doados aos desabrigados. A prefeitura também distribuiu mais de mil e quinhentas cestas básicas (arroz, macarrão, feijão, biscoito e refresco) às famílias desabrigadas.
Os desalojados estão abrigados em várias escolas da rede municipal de ensino e por isso as aulas foram suspensas.
O prefeito Manin Leal e o seu vice, Dr. Sebastião, estiveram no local visitando os desabrigados. A comunidade está isolada devido o corte da única estrada vicinal.
Veja mais fotos (by Luis Carlos Júnior), no blog da Tv Mirante de Chapadinha: www.tvmirante.blogspot.com

domingo, 10 de maio de 2009

Madalena Saraiva assume Unidade Regional da Agerp do Baixo Parnaíba

Na foto, o ex-gerente regional do Baixo Parnaíba e agora presidente estadual da Agerp, Tadeu Lima.

por Sousa Neto
No último dia 2, o presidente estadual da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp), Tadeu Lima, esteve em Chapadinha onde participou da solenidade de nomeação da nova diretoria da Unidade Regional da Agerp do Baixo Parnaíba, que está funcionando no prédio da extinta Gerência Regional, na avenida Ataliba Vieira de Almeida, Centro (frente a Caema).
A ex-funcionária pública, Madalena Saraiva (esposa do ex-vereador Aldy Saraiva), que trabalhou por muito tempo à frente da diretoria da Exatoria de Chapadinha, é a nova gestora regional da Agerp, em Chapadinha. Para ela, participar da diretoria desta regional, como gestora, reflete uma importância de manter todos os municípios que compõe a região, integrados aos programas de frente.

A Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp) foi criada para implantar nova política estadual de pesquisa e desenvolvimento para o setor agropecuário, gerar mecanismos de transferência e difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos para os produtores. O órgão é vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seagro) e seu principal objetivo é melhorar a qualidade da produção, do processamento e da comercialização rural do estado, valorizando os arranjos e cadeias produtivas tanto do setor agropecuário, como agroextrativista, agroflorestal e pesqueiro.

“Esperamos que essa agência torne possível a convivência dos pequenos produtores com a agricultura familiar e que possa fazer com que os mesmos, além de produzir para garantir a subsistência, tenham excedentes para comercializar. Este núcleo técnico vai ajudar o pequeno produtor a melhorar sua produtividade, sua renda e sua vida”, comentou Tadeu Lima.

A Agerp passou a integrar o sistema Seagro, juntamente com o Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), a Superintendência do Núcleo Estadual de Programas Especiais (Nepe) e a Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged).

Para Tadeu Lima, é uma alegria muito grande ver Madalena Saraiva na direção da unidade regional da Agerp. “Tenho certeza de que ela vai desempenhar, sem sombra de dúvida, um papel muito importante frente a sua gestão ”, disse Tadeu Lima.

Informações da Paróquia de Chapadinha

* Agradecemos a todos que nos têm mandado donativos para as famílias que tiveram suas casas destruídas ou danificadas e suas roças prejudicadas pelas enchentes. Foram enviadas duas cargas na F-1000 de roupas e alimentos: uma para a Mangabeira e outra para a Boa Hora, junto do rio Munim. Temos ainda alguns alimentos e roupas que estão a ser entregues a famílias que, comprovadamente, foram atingidas, sobretudo aquelas que são contatadas pela Pastoral da Criança.

* A comunidade de Nª Sª de Fátima (Vila Isamara) está em novena de preparação para a festa que será no próximo dia 13 de Maio (quarta-feira).

* Terminaram as obras da nova residência das Irmãs Criaditas dos Pobres.

* Já estão marcadas as salas na comunidade do bairro Boa Vista (Mutirão). Começaremos lá as obras, logo que o tempo sossegue um pouco.

* Graças a Deus, a Pastoral Familiar prepara grupos de casais para celebrar o santo Sacramento do Matrimônio na Comunidade dos Pastorinhos no bairro Santinha Dutra, na comunidade do bairro Santa Luzia e na comunidade de São Pedro, no bairro Campo Velho. Vamos, este ano, promover grandes mutirões em outras comunidades.

* Já temos notícias de sete (7) capelas que foram derrubadas pelas enchentes e outras estão muito danificadas pelo excesso de água. Mais um problema a resolver!

* Neste domingo (10), começa o Cerco de Jericó que se realizará na antiga Casa das Irmãs da Caridade, junto da Caixa d'Água na praça da Matriz. O programa foi entregue em todas as comunidades. Vamos fazer deste acontecimento bonito um ato de desagravo a Cristo na Eucaristia e passar algum tempo diante d'Ele louvando e pedindo pela nossa Paróquia.

* VIDA PAROQUIAL - Está decidido entre a Diocese de Brejo e o Instituto dos Missionários da Boa Nova que a Paróquia de Mata Roma vai ser entregue a uma equipe de Padres Redentoristas que chegaram para trabalhar na Diocese. Queremos aqui deixar uma palavra de sincero agradecimento e admiração às Missionárias da Boa Nova que nessa Paróquia estão há 22 anos e que se dedicaram de corpo e alma ao apostolado, nos movimentos e nas pastorais. Sobretudo admiramos sua dedicação, seu desprendimento, sua proximidade com o povo. Nunca aceitaram receber nenhum salário da paróquia. Apesar de terem sido perseguidas e caluniadas, sua coragem foi mais forte!
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Vida Nova - Boletim Formativo e Informativo das Paróquias de Chapadinha e Mata Roma - Nº 18 - 10/05/2009 - Diretor: Pe. Manuel Neves / Diretor-Adjunto: Pe. Pedro José / Pastoral da Comunicação.

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