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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Chapadinha em Situação de Alerta e Vargem Grande em Risco de Surto de Dengue, Chikungunya e Zika


Título Original - Maranhão tem três municípios em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e zika

- Outras 22 cidades, incluindo São Luís, estão em situação de alerta; dados são do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti;

- As três doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.


O resultado do Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) indica três municípios maranhenses em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e zika. Os dados do novo LIRAa foram divulgados pelos ministro da Saúde, Marcelo Castro, nesta terça-feira (24), em Brasília.

Segundo o relatório, as situações que estão com risco de surto são: São Mateus do Maranhão, Tuntum e Vargem Grande. As que estão em situação de alerta são: Amarante do Maranhão, Bacabal, Bom Jesus das Selvas, Carolina, Caxias, Chapadinha, Coelho Neto, Colinas, Dom Pedro, João Lisboa, Miranda do Norte, Paço do Lumiar, Pastos Bons, Pedreiras, Pindaré-Mirim, Presidente Dutra, São Domingos do Maranhão, São João dos Patos, São José de Ribamar, São Luís, Timon e Zé Doca.

Assim como São Luís, outras seis capitais (Aracaju, Recife, Rio de Janeiro, Cuiabá, Belém e Porto Velho) estão em alerta. Das 18 capitais que o Ministério da Saúde recebeu informações sobre o LIRAa, apenas Rio Branco está em situação de risco. As outras dez apresentaram índices satisfatórios (Boa Vista, Palmas, Fortaleza, João Pessoa, Teresina, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Campo Grande e Curitiba). As cidades de Macapá, Manaus, Maceió, Natal, Salvador, Vitória, Goiânia, Florianópolis e Porto Alegre não encaminharam os resultados.

Clique na imagem abaixo para ampliá-la:

Lista de cidades maranhenses em situação de risco, alerta ou satisfatória (Foto: Reprodução / Ministério da Saúde)

Preocupação - O ministro destacou que a principal preocupação, neste momento, é informar a população, com esclarecimentos sobre como prevenir novos casos. "Nós temos uma situação potencializada, com um problema de grande dimensão. Para enfrentar esta situação, precisamos de uma ação conjunta do governo federal, estadual e municipal, além de especialistas. A sociedade também deve estar envolvida neste processo, ficando atenta às medidas para combater o Aedes aegypti, que agora, passa a ser é uma ameaça ainda maior", destacou o ministro.

O Ministério da Saúde registrou, até 14 de novembro, 1,5 milhão casos prováveis de dengue no país. O aumento é de 176%, comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 555,4 mil casos. Nesse período, a região Sudeste apresentou 63,6% do total de casos (975.505), seguida das regiões Nordeste (278.945 casos), Centro-Oeste (198.555 casos), Sul (51.784 casos) e Norte (30.143 casos).

Sobre o LIRAa

Realizado em outubro e novembro, o LIRAa teve adesão recorde para este período do ano, com 1.792 cidades participantes, aumento de 22,4% se comparado ao número de municípios em 2014. A pesquisa é um instrumento fundamental para o controle do Aedes aegypti. Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de depósito onde as larvas foram encontradas.


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