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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Perfil de um Bom Prefeito...

Por: Paulo Coelho (via e-mail)
 
O Brasil vive a fase democrática dos direitos afirmados na Constituição de 1988. A combinação da ação dos movimentos sociais com a eleição de lideranças populares para cargos de prefeitos e vereadores tem permitido, em alguns municípios, a formulação de políticas e formas de gestão pública orientadas para a redução das desigualdades sociais, o combate à pobreza e a inclusão de setores sociais marginalizados.


Para a imensa maioria dos prefeitos, este é um mundo desconhecido. E os poucos que conhecem tais avanços nas políticas públicas sabem como implementar estas iniciativas.


Assim, um Prefeito será reconhecido como “Bom Prefeito” quando demonstrar, fidelidade ao Povo, expressa pelo cumprimento do Programa de Governo, obras e ações que prometeu durante a campanha. O processo eleitoral deve explicitar o Programa de Governo (que deve existir) e não ser fundamentado em recompensas, promessas mirabolantes e compras de votos.


Experiência Administrativa, traduzida por conhecimento dos assuntos contemporâneos da cidade, equilíbrio no enfrentamento de conflitos e crises, postura de diálogo aliada à capacidade de decisão no tempo oportuno, paciência e disponibilidade para ouvir a população e os vereadores, tolerância quanto à diversidade de estilo das pessoas com quem trabalha e costume de trabalhar com planejamento, em equipe e principalmente o respeito e valorização do ser humano.
Liderança Política, através do entendimento com as organizações comunitárias, buscando seu apoio, consultando-os e ouvindo-os para conhecer suas aspirações e suas necessidades e integrá-los no processo decisório municipal. Abdicar da prática de nomear apaniguados para comporem os Conselhos Municipais.


Austeridade Político-Administrativa, não refutando as críticas, aceitando-as como saudáveis à Democracia, inclusive solicitando auditoria em todos os atos da Administração. Não realizar Concurso Público com “cartas marcadas”, reduzir os cargos comissionados, não ceder a cabos eleitorais mal preparados.
 

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