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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Cantora Chapadinhense, Lucille Berce, Vem Ganhando Espaço nas Noites de Jazz & Blues, em Curitiba/PR


Título Original - Noite de Jazz e Blues com a cantora Lucille Berce, no Terra Café

Boldrini, Humberto Piccoli e Gilberto Fernandes acompanharam a cantora e mostraram a história e a origem dos grandes talentos do jazz e blues


A cada quinze dias o Terra Café abre seu espaço, no bairro Bacacheri, para músicos locais na área de jazz, blues e folk. Na última sexta-feira (15), foi a vez da cantora maranhense Lucille Berce, que adotou Curitiba há apenas quatro meses.

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A iniciativa do Terra Café é incrível, e tem dado novos ares para o jazz e o blues. Ajudando ainda mais na divulgação desse gênero musical, que têm se tornado cada vez mais procurado na noite curitibana. A cena blues e jazz está crescendo e o apoio e a preocupação do pessoal do Terra em fazer noites temáticas e especiais tem sido de estrema importância”, disse Lucille.

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Quem freqüenta a noite curitibana, sem dúvida, já ouviu o canto de Lucille Berce e há quem diga que sua voz foi feita para o blues e o jazz. Ela esteve pela primeira vez na cidade através de um convite do guitarrista de blues, Décio Caetano, para fazer um show. A resposta do público foi tão boa que, entre idas e vindas de São Luis, resolveu ficar nesta gelada capital.

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Com 19 anos, Lucille tem talento de sobra. Natural do interior do Maranhão (o município de Chapadinha), trabalha profissionalmente com a música desde os 15 anos. Mas sua trajetória no jazz e blues só começou em 2015, em São Luís, quando criou sua primeira banda no estilo, a Rivieira Blues. “Desde então venho trabalhando bem mais com o jazz tradicional, releituras de standards e clássicos dos anos 40 e 50”, comentou a cantora.

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No repertório do show apresentado na sexta (15), Lucille Berce, Boldrini, Humberto Piccoli e Gilberto Fernandes, mostraram os clássicos do jazz que outrora foram cantados por nomes como Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Peggy Lee, Billie Holiday, Nat King Cole, entre outros. “E no blues, passamos por canções desde Robert Johnson à BB King, o rei do blues. Exploramos a história desse estilo, contamos um pouco da origem e dos grandes bluesmans que fizeram a diferença. Foi uma noite bem especial, pois eu tenho uma ligação curiosa com o blues. Meu nome de batismo, Lucille, é o mesmo nome que BB King deu para sua icônica guitarra”, finalizou Lucille.

Até onde jazz e blues se encontram e até onde se diferenciam? Esta é a grande questão que foi tratada no show, com músicos incríveis, um espaço intimista, uma bom vinho e companhia sempre agradável.

*Post editado.



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