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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Agerp avança nas pesquisas e beneficia agricultura familiar em Chapadinha e outros municípios


Cerca de 60 famílias dos municípios de Chapadinha, Arari, Açailândia e São Luís serão agraciadas, até o início do próximo ano, com quatro ações de pesquisa aplicada com galinha caipira, horticultura, rizipsicultura (consórcio de arroz de várzea e peixe) e mandioca. Todas as ações estão ligadas à agricultura familiar e são desenvolvidas pela Coordenadoria de Pesquisa Aplicada e Agropecuária (CPAA) da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp).


A iniciativa visa desenvolver projetos da agricultura familiar cujo objetivo é o consumo e a geração de renda para aqueles que moram nas localidades escolhidas e já trabalham com a agricultura familiar.


De acordo com Marcelo Vinícius Lemos, da CPAA, a agência tem procurado desenvolver variadas ações e experiências de acordo com o espaço disponível nos municípios. "Nós fazemos a pesquisa nas áreas, de acordo com o município e o número de famílias e, em seguida, um técnico do escritório regional passa a acompanhá-las durante a fase de plantio, nos tratos culturais, na aplicação de adubos, nas podas e na retirada de ervas daninhas", ressaltou o engenheiro agrônomo responsável pela pesquisa.

Realidade


Lemos disse que a localidade para o plantio e o desenvolvimento é escolhida conforme a realidade do projeto. "Alguns dos agricultores responsáveis tem experiência naquilo que estamos plantando. Aqueles que não têm, o corpo técnico capacita de acordo com a necessidade", explicou.


O coordenador ressaltou, ainda, que a colheita varia de acordo com cada produto e o terreno onde é feita a experiência. "Dos produtos que trabalhamos o que mais demora é o projeto da mandiocultura, pois dura em média, um ano. As demais experiências surtem resultados entre 45 dias e seis meses", afirmou.


Além de mandioca, galinha, arroz e horticultura, a Agerp comemora o sucesso na produção do material genético implantado nos municípios de Bacabal, Codó, Itapecuru, Presidente Dutra e Santa Inês. O projeto, neste caso, consiste na multiplicação de sementes de feijão caupi, variedade gurguea. Para esta iniciativa, o órgão conta com o envolvimento de 70 famílias trabalhando em um hectare cada.


"A experiência demonstra que a dedicação e o trabalho têm surtido os resultados esperados", declarou o pesquisador, para em seguida completar: "O intuito maior é fazer com que as famílias produzam suas próprias sementes e daí, tirar no futuro, o seu sustento das experiências que fazemos", ressaltou.

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